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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

A arte que passou batida ou: Não estou me reconhecendo

Será que troquei o mundo sensível pelo somente ordinário ou, noutras palavras: Será que deixei a arte de lado. É que nesta noite ao chegar em casa vi no chão papéis sobrepostos encharcados pela água e o nome TUDO
Mais à frente vi outro TUDO
Não era uma coisa qualquer
Estava tudo exposto de uma certa forma que não tive dúvida: Era arte
E fotografei com o aparelho de celular
Comentei com o funcionário da portaria
Eu: Sérgio, vi ali perto da esquina um trabalho de arte, fotografei com o celular mas não ficou muito bom, vou pegar a máquina fotográfica e, por causa do horário, queria que vc fosse lá comigo, estou com meio de ser assaltado, pois agora é tarde da noite e este bairro vc sabe como está não é mesmo
Ele: Tudo bem, vou lá com você
(Ao chegar em casa fiquei pensando sobre aquela obra.,..pensando pensando pensando mas sem pique para procurar descer para recolhê-la ou ao menos fotografá-la.,.amanhã faço isso)
6:00 h (pensando: Tenho que descer para buscar aquela obra. Ou registrá-la)
7:00 h (pensando: Tenho que descer para buscar aquela obra. Ou registrá-la)
8:00 (Pensando: Tenho que descer para buscar aquela obra. Ou registrá-la)
9:00 - Resolvi descer e, chegando ao local, estava tudo varrido. Limpo.  
A obra foi levada como se fosse lixo.

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Visão: Momento 1
Ah, ao dormir pensando naquela arte, tive a seguinte revelação de sonho: Um ninho bordado em forma de jarro e plantas saindo do seu interior

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Forma: Momento 2
(Em branco)

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Conhecimento: Momento 3
(Em branco)

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Post em construção

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